Pref. São Vicente, edital com 58 VAGAS – PROFESSOR
💣 Prefeitura de São Vicente abre inscrição para CARGO EFETIVO DE PROFESSOR
A Prefeitura do Município de São Vicente, nos termos da legislação vigente, CONSIDERANDO a Prova Nacional Docente (PND), enquanto instrumento avaliativo adicional, realizado pelo Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no qual o Município deve publicar seu próprio edital em observância ao cronograma instituído pela Portaria MEC nº 96, de 11 de fevereiro de 2025, torna pública a abertura de inscrições ao Concurso Público de provas e títulos para provimento, em caráter efetivo, dos cargos de Professor Adjunto de Educação Básica I e II, na conformidade deste edital.
🖥️ INSCRIÇÕES
As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente via Internet, do dia 25/06/25 até dia 25/08/25 e para inscrever-se o candidato deverá acessar o site novo ibamsp-concursos.org.br. O valor da taxa de inscrição está um pouco alta, lembrando que agora serão duas taxas a serem pagas, a da prova PND e depois da prefeitura, ou órgão responsável. Com isso os futuros candidatos deverão preparar o bolso.
📍 CARGOS, VENCIMENTOS, VAGAS e TAXA DE INSCRIÇÃO


📝 PROVAS e ETAPAS
A seleção dos candidatos será realizada nas seguintes etapas:
- Pontuação obtida na Prova Nacional Docente, de caráter eliminatório para todos os candidatos, realizadas sob responsabilidade exclusiva do INEP, de acordo com Edital e cronograma específicos divulgados pelo referido instituto;
- Prova Escrita – Plano de Aula, de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos, habilitados pela nota da Prova Nacional Docente;
- Prova de Performance, de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos, habilitados na prova escrita;
- Provas de Títulos de caráter classificatório para os candidatos habilitados na prova prática, para todos os cargos.
Para ser considerado habilitado para as fases seguintes, o candidato deverá obter a pontuação da Prova Nacional Docente exigida conforme a Tabela abaixo:



Os candidatos que não atingirem o corte descrito no item acima, serão considerados não habilitados para as fases seguintes, ficando excluídos do Concurso Público.
📝 Prova escrita (elaborar um plano de aula)
Haverá prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório para os candidatos habilitados na prova da PND para todos os cargos, na proporção descrita na tabela acima, consistente na elaboração de um Plano de Aula, a ser elaborado conforme modelo próprio, a respeito de tema de habilidade conhecimento específico do cargo a que concorre o candidato. O detalhamento das regras da prova constará do edital de convocação específico para tal finalidade.
Esta etapa deverá ser de forma manuscrita (escrita a mão), com letra legível; uso palavras e termos próprios para a área da educação; estrutura do plano e uso de caneta(não especificou a cor da caneta, mas as mais adequadas para prova são preta ou azul).
⚠️ Será atribuída nota ZERO ao Plano de Aula que:
a) estiver em desacordo com as habilidades propostas no Anexo II e fugir da modalidade solicitada;
b) apresentar informações sob forma não articulada verbalmente (apenas com desenhos, números e palavras soltas ou em versos) ou qualquer fragmento escrito fora do local apropriado;
c) apresentar dados/informações incompatíveis com a proposta feita;
d) for escrita a lápis, em parte ou em sua totalidade;
e) estiver em branco;
f) apresentar letra ilegível e/ou incompreensível.
g) utilizar linguagem imprópria para o público-alvo, por exemplo, palavras preconceituosas, ofensivas e/ou políticas desconectadas dos objetivos da prova escrita.
📑 Conteúdo para prova escrita
Base Nacional Comum Curricular. Metodologias ativas. Ensino híbrido. Sala de Aula Invertida. Estratégia de Leitura. Planejamento do trabalho em grupo. Práticas pedagógicas: pluralidade e diversidade cultural. Avaliação. Planejamento como prática educativa. Educação e tecnologias. Pedagogia crítico-social dos conteúdos. Didática e organização do ensino: planejamento de ensino, objetivos de aprendizagem, seleção e organização dos conteúdos, gestão da sala de aula e relação professor-aluno. Metodologias de ensino: metodologias ativas de aprendizagem; ensino híbrido, sala de aula invertida, aprendizagem baseada em projetos e problemas; multiletramentos; uso pedagógico das tecnologias digitais e sua integração ao currículo. Avaliação diagnóstica, formativa e somativa; avaliação da aprendizagem como processo contínuo, e autoavaliação.
REFERENCIAS BIBLOIOGRÁFICAS:
1. BACICH, Lilian; MORAN, José. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
2. BACICH, Lilian; MORAN, José. Currículo: concepção e organização do conhecimento. In: __. Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-prática. Porto Alegre: Penso, 2018.
3. BACICH, Lilian; MORAN, José. Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.
4. BERGMANN, Jonathan; SAMS, Aaron. Sala de aula invertida: uma metodologia ativa de aprendizagem. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
5. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br. Acesso em: [colocar data de acesso].
6. CAMARGO, Fausto; DAROS, Thuinie. A sala de aula inovadora: estratégias pedagógicas para fomentar o aprendizado ativo. Porto Alegre: Penso, 2018.
7. CARBONELL, Jaume. Pedagogias do século XXI: bases para a inovação educativa. 3. ed. Porto Alegre: Penso, 2016.
8. COHEN, Elizabeth G.; LOTAN, Rachel A. Planejando o trabalho em grupo: estratégias para salas de aula heterogêneas. Porto Alegre: Penso, 2017.
9. CORTELLA, Mário Sérgio. A escola e o conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos. 16. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
10. DAVID, Célia Maria et al. Plano de ação pedagógica docente para a educação infantil e o ensino fundamental: desafios contemporâneos na educação. Curitiba: CRV, 2015.
11. FADEL, Luciane Maria (Org.). Práticas pedagógicas: pluralidade e diversidade cultural. Curitiba: Appris, 2014.
12. FREITAS, Luiz Carlos de. Avaliação: construindo a escola do sucesso. Campinas: Papirus, 2003.
13. GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa. 19. ed. São Paulo: Loyola, 2011.
14. KENSKI, Vani Moreira. Educação e tecnologias: o novo ritmo da informação. 8. ed. Campinas: Papirus, 2012.
15. LIBÂNEO, José Carlos. Democratização da escola pública: a pedagogia crítico-social dos conteúdos. São Paulo: Loyola, 1985.
16. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
17. LUCKESI, Cipriano Carlos. Planejamento e avaliação educacional: fundamentos e práticas. 17. ed. São Paulo: Cortez, 2005.
18. MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2003.
19. MEIRIEU, Philippe. Aprender… sim, mas como? Porto Alegre: Artmed, 1998.
20. MURICI, Izabela Lanna; CHAVES, Neuza. Gestão para resultados na educação. 2. ed. São Paulo: Falconi, 2016.
21. PIMENTA, Selma Garrido. Didática e formação de professores: percursos e perspectivas no Brasil e em Portugal. São Paulo: Cortez, 1999.
22. RIOS, Teresinha Azeredo. Ética e competência. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2015.
23. SACRISTÁN, José Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.
24. SOLÉ, Isabel. Estratégias de leitura. 6. Ed. Porto Alegre: Artmed, 1998. 194p. Tradução de Cláudia Schilling; revisão de Maria da Graça Souza Horn.
25. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2002.
26. TERRASÊCA, Manuela. Autoavaliação, avaliação externa… afinal, para que serve a avaliação das escolas? Lisboa: Edições Colibri, 2016.
27. WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. 2. ed. São Paulo: Ática, 2000.
28. ALMEIDA, M. E. B.; VALENTE, J. A. Integração currículo e tecnologias e a produção de narrativas digitais. Currículo Sem Fronteiras, s. l., v.12, n. 3, p. 57-82, set./dez. 2012. Disponível em: http://www.curriculosemfronteiras.org/vol12iss3articles/almeida-valente.pdf Acesso em: 17.01.2023.
29. LEMOV, D. A Aula Nota 10. São Paulo: Editora Safra. 2010.
30. ROJO, R.H.R. Pedagogia dos Multiletramentos. In: ROJO, R.; MOURA, E. (Org.). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial, 2012.
31. ZABALA, Antoni; ARNAU, Laia. Métodos para Ensinar Competências. Cap. 1 e 2. Porto Alegre: Penso, 2020
Para enviar a prova escrita, o candidato deverá acessar a “Área do Candidato”, fazer o upload do Plano de Aula, digitalizado, frente e verso, quando necessário, com tamanho de até 1 MB, por documento anexado, na extensão “pdf”, “jpg”, “jpeg” ou “png”.
A prova será avaliada na escala de 0 a 40 pontos e, na avaliação, serão considerados os seguintes aspectos: identificação; objeto de conhecimento; habilidades; objetivo de aprendizagem; conteúdo; metodologia; desenvolvimento da aula; avaliação da aprendizagem; referências.
⚠️ ATENÇÃO! Haverá desconto de pontuação das provas que apresentarem trechos de cópia em meio a trechos autorais, a critério da banca examinadora.
Para que o candidato seja considerado habilitado para a terceira fase do Concurso deverá ter obtido 50% do total de pontos da Prova Escrita – Plano de Aula, logo, o candidato deverá atingir 20 pontos ou mais.
📹 Prova de performace (gravação de videoaula)
A prova de performance, consiste na gravação de um vídeoaula com duração mínima de 5 minutos e máxima de 07 minutos, orientada pelo Plano de Aula entregue na forma escrita, ou seja, o candidato deve gravar a videoaula com base no plano de aula enviado.
O candidato habilitado terá analisado o vídeo-aula previamente encaminhado, de acordo com as regras e condições a serem estabelecidas no edital de convocação específico para esse fim.
Caberá ao candidato realizar a gravação do vídeo-aula, em um dos seguintes formatos: “.mp4” ou “.mov”, com resolução mínima HD (1280px x 720px) e no máximo FULL HD (1920px x 1080px), acessar a Área do Candidato” e realizar o upload do arquivo da vídeo-aula.
A Prova de Performance será avaliada na escala de zero a 60 pontos, e será considerada a fidedignidade da aplicação dos critérios avaliados no Plano de Aula previamente apresentado.
Será considerado habilitado na Prova de Performance, o candidato que obtiver, no mínimo, 50% do total de pontos da respectiva prova, logo, 30 pontos ou mais.
📑 Prova de títulos
Haverá prova de Títulos de caráter classificatório para os candidatos habilitados na prova de performance, para todos os cargos. Os pontos dos títulos serão somados ao total de pontos obtidos na prova escrita e na prova de performance, observada a pontuação mínima de 50% em cada uma das provas.

✅ Classificação
Os candidatos aprovados serão ordenados em classificação de acordo com os valores decrescentes das notas finais obtidas pela somatória da prova escrita, da prova de performance e prova de títulos, e por sistema de ingresso (ampla concorrência, pessoa com deficiência ou cotas para negros).
Serão emitidas três listas: uma geral, contendo todos os candidatos habilitados, uma especial para os candidatos com deficiência habilitados e outra para os Afrodescendentes habilitados.
Para mais informações, segue PDF do edital
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